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Sobre

A Casa das Artes Vivas é um sonho que vem se materializando. Primeiro no mundo virtual, com os artistas, apoiadores, patrocinadores, sociedade em geral. O projeto da Casa é uma iniciativa do CEDOAR - Centro Documental das Artes Vivas.

 

Com a criação da plataforma Passearte, foi possível vislumbrar a união de forças e assim agregar artistas em torno de uma causa. A Casa busca ser um refúgio, um lar e um território. Um espaço para criar uma teia de experiências e fortalecer a produção e realização de artistas.

Fachada do Espaço Cultural Renato Russo na quadra 508 sul, em Brasília, Distrito Federal. A fachada mostra diferentes grafittis bastante coloridos.

Fachada do Espaço Cultural

Renato Russo  Brasília, DF, Brasil

Quem 
Sou (ou somos)

"Já morei em tanta casa que nem me lembro mais..." (Legião Urbana).

Sou Marcelo Pelucio, nasci em Fortaleza no Ceará, fui morar no quadradinho do Distrito Federal aos 18 (dias).

Parte dessa vida, vivi na periferia de Brasília. Cidade Ocidental, Valparaíso, M Norte, Guará, Taguatinga e poucas vezes no Plano Piloto. Ao mesmo tempo, tive a sorte de morar em outras quebradas mundo afora.

Desde muito cedo, me vi ator. Primeiro em casa, para a família, depois escola e outros espaços.

Porque começar assim?

"Sou de nenhum lugar, sou de lugar nenhum." (Titãs)

Essas mudanças, de casa, cidade, famílias, mudanças contínuas, provocaram em mim um misto de nostalgia e busca por pertencer. Ao mesmo tempo, gerou certo desapego e abertura para receber o novo. Lugares, coisas e tempos que representam o meu locus e meu topos nômades onde crio, participo e desenvolvo minha atividade artística.

 

Viver nas quebradas e mundo afora me permitiu ver e sentir os vários lados e perspectivas da vida, das pessoas, da arte e seus artistas. Para mim o que fica é o efêmero dessas experiências que, de certo modo, me transformaram e continuam me transformando. Sentimentos que me provocam a guardar as lembranças para recordar.

 

Se recordar é viver, ao guardar, registrar e manter o legado das artes vivas, poderemos dividir com amigos, revê-los e até contar pros meus filhos. Mais que isso, possibilitamos que outros vivam e revivam, além de valorizar sua história e produção artística e reconhecer a dignidade de cada artista responsável por sua feitura.

A Roda da Vida (by Paula Carrubba)

Foto: Paula Carrubba, 2015

Fotografia de Mila Petrillo: ensaio do diretor Robson Graia, 1992

Foto: Mila Petrillo, 1992

O Mestre

Comecei a atuar aos 13 anos. Em Brasília, estudei com Plínio Mósca, Ary Pára-Raios, Robson Graia, Alexandre Ribondi, Hugo Rodas.

 

Robson Graia (à direita na foto) foi meu grande mestre e responsável por minha relação com a arte. Graia me fez perceber a dimensão do efêmero no teatro.

 

Mesmo com sua partida em 2000, o sentimento é que esse efêmero permanece.  Nem tudo é desapegável. O valor dessas experiência me ensinou, me engrandeceu e me transforma todos os dias.

Uma breve história do meu tempo

1986 - 1991

Primeiros trabalhos 

como ator

Entre minha casa, igrejas e escolas, participei das primeiras apresentações de teatro, como trabalho escolar, ou eventos religiosos, até que em 1991, pariticipei da minha primeira peça profissional: "A Batalha de Oliveiros e Ferrabrás" com direção de Ricardo Torres.

1992 - 1996

Os donos do Pedaço

Grupo de Robson Graia

Como aluno de Percussão da EMB - Escola de Música de Brasília, descobri o grupo de teatro de Robson Graia, que ensaiava no teatro da EMB. Fiz a seleção, passei e trabalhei por 4 anos no grupo. 

1997 - 2006

O trabalho comercial

Entre idas, mudanças e retornos, trabalhei atuando em peças infantis e comerciais em Goiânia, Palmas, Unaí. Neste último criamos o Festival de Teatro de Unaí. 

2006 - 2016

Universidade

Ao retornar para Brasília, estudei Artes Cênicas na Faculdade de Artes Dulcina de Morais e na Universidade de Brasília, onde me integrei ao Coletivo Teatro do Instante.

2017 - 2025

Concurso, Pandemia. Passearte

Cinema e Teatro

Após quase 10 anos de trabalho como Coletivo, lidando com difícil arte de ser artista, fiz concurso como pedagogo para o METRÔ de Brasília, sem deixar de lado as atividades com Teatro e Cinema.

 

Contemplado com FAC, este site recebeu recursos para atualização e adequação de recursos de acessibilidade. 

 

​Atuei em 40 peças de teatro, 22 longa-metragens, 60 curtas, escrevi 1 livro sobre Robson Graia, criei 1 este site que pretende ser uma comunidade de artistas para resistência do nosso trabalho.

Marcelo Pelucio é ator.  Além de atuar, produziu e preparou elencos para a Stud10. promoveu diversas oficinas de atuação entre 2015 e 2025. É ator-pesquisador do Coletivo Teatro do Instante, ligado à Universidade de Brasília. Estudou percussão na Escola de Música de Brasília. 

​​

É também pedagogo, licenciado para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental pela Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí, MG. Tem pós-graduação em Tecnologias e Educação à Distância pela UNIDOMBOSCO e mestrando em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação pela Fundación Universitária Iberoamericana, Cantabria, Espanha.​ 

 

Trabalhou como voluntário por 12 anos na área de intercâmbio cultural e possui diploma em Educação Intercultural pela Pontifícia Universidad Javeriana, Bogotá Colômbia (2005).

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